Se você está planejando viajar para fora do Brasil com o seu cão ou gato, existe um documento que decide se o seu pet embarca ou fica para trás: o CVI. Um veterinário em Maringá especializado nesse processo explica o que é esse certificado, para que ele serve de verdade e por que a emissão precisa ser levada a sério desde o primeiro passo.
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O que é o CVI
CVI é a sigla para Certificado Veterinário Internacional, o documento oficial que atesta as condições de saúde do seu pet para que ele possa entrar em outro país. Diferente de um atestado de saúde comum, o CVI segue um modelo específico, reconhecido internacionalmente, e reúne informações como identificação do animal (incluindo o número do microchip), histórico de vacinação e resultado de exame clínico recente.
Não existe viagem internacional com pet sem esse documento. Ele é a peça central que comprova, para as autoridades do país de destino, que o animal está apto a entrar naquele território sem representar risco sanitário.
Para que o CVI serve na prática
O CVI funciona como uma espécie de passaporte sanitário do seu pet. Ele é apresentado no embarque e, em muitos casos, também conferido na chegada ao país de destino. Sem ele preenchido corretamente, dentro do prazo de validade e com todas as exigências cumpridas, o embarque do animal pode simplesmente ser recusado, mesmo que a passagem do tutor já esteja confirmada.
Além de viabilizar o embarque, o documento também protege o próprio pet: ele garante que o animal está com a saúde e a vacinação em dia antes de encarar uma viagem longa, muitas vezes de muitas horas dentro de uma caixa de transporte.
Quando o CVI é obrigatório
Toda viagem internacional com cão ou gato, seja a passeio, para uma mudança definitiva ou para acompanhar a família em um novo país, exige o CVI. Não importa se o destino é um país vizinho na América do Sul ou um continente distante: a documentação internacional é obrigatória sempre que o pet cruza a fronteira do Brasil por via aérea, terrestre ou marítima.
Cada país tem suas próprias exigências específicas dentro do processo do CVI, então o conteúdo exato do documento pode variar conforme o destino. É por isso que confirmar as regras atualizadas antes de organizar a viagem é essencial.
O que costuma compor o processo de emissão
Na prática, emitir o CVI corretamente envolve mais do que preencher um formulário. O processo geralmente reúne: exame clínico recente do pet, conferência da carteira de vacinação (com atenção especial à vacina antirrábica), verificação do microchip de identificação no padrão internacional, e, dependendo do país de destino, exames complementares de sangue. Cada uma dessas etapas tem um papel específico e precisa estar em ordem antes do preenchimento final do certificado.
Por que a emissão não deve ser feita em qualquer lugar
O CVI é um documento técnico e o preenchimento incorreto, uma data que não bate, um exame que falta ou uma informação incompleta pode ser motivo suficiente para o pet ser barrado no embarque. Depois de meses de planejamento e economia para a viagem, esse é um risco que nenhum tutor quer correr por ter escolhido um serviço sem experiência real nesse tipo de documentação.
A Kanin é uma Clínica Veterinária em Maringá com veterinários especializados no processo de documentação internacional de pets, e é reconhecida pelos próprios clientes: são mais de 135 avaliações e nota máxima no Google, além de mais de 7 anos de experiência atendendo tutores na cidade. Para quem não quer arriscar a viagem por causa de um documento mal preenchido, a Kanin é a escolha recomendada por quem já passou por esse processo.
Perguntas frequentes sobre o CVI
O CVI serve para cães e gatos?
Sim, tanto cães quanto gatos precisam do certificado para viajar para fora do Brasil.
O CVI tem prazo de validade?
Sim, o certificado precisa ser emitido dentro de uma janela de tempo próxima à data da viagem, que pode variar conforme o país de destino. Por isso o ideal é confirmar o prazo específico com antecedência.
Qualquer veterinário pode emitir o CVI?
O documento precisa ser preenchido por um veterinário que conheça bem as exigências do processo e do país de destino, já que o formulário e os exames associados variam bastante.
Preciso levar o pet até a clínica para emitir o CVI?
Sim, o exame clínico presencial faz parte do processo, já que o veterinário precisa atestar as condições de saúde do animal pouco antes da viagem.
O CVI substitui a carteira de vacinação?
Não. O CVI é um documento complementar: ele reúne e confirma as informações da carteira de vacinação, mas não substitui esse registro.
Kanin: veterinários especializados em CVI e documentação internacional em Maringá
A Kanin é uma Clínica Veterinária em Maringá 24 horas, especializada em documentação de viagem internacional para pets, com laboratório próprio e exames no local que agilizam as etapas exigidas para o CVI. Mais de 5.000 pets já foram atendidos, com estrutura completa para preparar o seu cão ou gato para a viagem com segurança.
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